Em Cuzco

Arica estava bom demais… Cidade bonita, coisas  baratas e ainda por cima tinha Brahma! Por mim ficava mais tempo, mas como o tempo da viagem é curto, tivemos que partir. No comeco tinhamos comprado passagem para Arequipa, íamos sair 3 da tarde e chegar la 9 da noite. Dormir la e no outro dia partir pra Cuzco, pra conhecer Machu Picchu.

Nao sei de quem foi a infeliz idéia, mas acho que foi Raphael que deu a sugestao de trocar logo por uma passagem Arica-Cuzco e pular Arequipa. Conseguimos trocar as passagens na rodoviaria de Arica e pagamos a diferença. O horario de saida era o mesmo, 3 da tarde e o pessoal informou que as 9 da manha a gente tava em Cuzco.

O interessante é que a gente compra passagem na rodoviária de Arica, mas vamos até Tacna de taxi, e só la, depois de cruzar a fronteira com o Peru é que a gente pega o onibus.

dsc02020.jpg Fronteira do Chile com Perú, entre Tacna e Arica

Quando chegamos em Tacna, umas 4 da tarde, vimos que o onibus só saia as 7 da noite. Claro que fomos pra um boteco tomar umas (cerveza Cristal, nao  tinha Brahma).

As 7 pegamos o Buzu e partimos. Foi aí que descobrimos que o Balaio dava uma volta fud….

De Tacna fomos até Puno, às margens do Lago Titicaca, onde a gente pegaria  outro Onibus pra Cuzco. Fomos pegar as mochilas e aí ja veio o susto: A mochila de Raphael havia sumido… Demos uma pressao no pessoal da companhia e um deles disse que alguem deve ter pego por engano, ja que outra mochila, vermelha e muito parecida com a dele havia sobrado. era uma mochila de mulher (eu e Daniel   enchendo o saco falando que ele ia conhecer Nachu Picchu de saia… rsrsrs), e enquanto isso um funcionario da empresa foi percorrer oa hoteis da cidade atras da mochila.

Eu, Daniel e Raphae demos uma busca na rodoviaria pra ver se nao estavam por la ainda. Raphael  olhou no segundo andar e eu e Daniel olhamos no terreo, que estava mais cheio.

Nada da mochila aparecer. Foi quando me deu um estalo e resolvi dar mais uma olhada no segundo andar… Bem de frente, a primeira mochila de um grupo de gringos, e lá estava a mochila. Fui lá, falei que a mochila era nossa e nem dei muita satisfaçao, só de raiva da gringa sonsa! Peguei a mochila e desci pro onibus. Como faltava um tempo pro nosso onibus sair ainda, subimos pro segundo andar e fomos tomar um café. Fui la na mesa e expliquei pra gringa sonsa que a mochila dela estava no Onibus. Ela desceu junto com Raphael e tomou um esporro do pessoal, que estava puto.

Tomamos um cafe e entramos no onibus de novo. Dessa  vez nem lugar pra colocar as pernas direito havia. As cadeiras reclinavam quase nada. Imaginem Daniel entao, que é muito maior que eu… Engraçado sao os táxis em Puno: sao bicicletas adaptadas, com um banco na frente.

dsc02023.jpg   dsc02025.jpg   dsc02024.jpg Taxis em Puno

A P… do motorista do onibus nao podia ver ninguem na beira da estrada que parava. Ia enchendo o onibus e os lugares todos ocupados ja e ele parando de novo… O corredor lotado! Isso de 7 da manha ate as 4 da tarde, que foi a hora que chegamos a Cusco. Pelo menos chegamos!

Estava com medo dos preços de Cuzco, já que aqui estamos em alta temporada e está cheio de gringos (principalmente europeus).

Ja na chegada na Rodoviaria, conseguimos negociar um hotel por 25 soles por pessoa, o que dá mais ou menos 17 reais (banheiro no quarto, cafe da manha, TV a cabo, internet free).

dsc02027.jpg Hotel em Cuzco

Demos uma volta pela cidade, que nos pareceu muito animada. Voltamos pro hotel e descansamos um pouco pra sair a noite, ja que por aqui tem muitas boates.

Umas nove da noite fomos pra rua. Muito engraçado, voce vai andando e o pessoal te puxando pra entrar pras boates, te dao uns flyers (panfletos) pra voce entrar de graça e o primeiro drink é de graça. entramos na primeira, tava tocando salsa e um monte de gente dançando. Noticia boa: Brahma long neck a 4 soles (3 reais). Tocou salsa um pouco  e quando estavamos na 3ª ou 4ª cerva começou a tocar axé (Iverte Sangalo). Os gringos foram a loucura… Engraçado demais ver os gringos dançando.

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Saimos e fomos dar mais uma volta pela Plaza de Armas (onde ficam a maioria das boates). Entrava em uma, ficava um pouco, tomava uma brahma e ia pra outra. Ja que a entrada era de graça, aproveitamos pra conhecer um monte. Existem boates muito boas por aqui. Lá pra uma da manha achamos uma que parecia ser a melhor e por la mesmo ficamos. Cerveja Brahma de 1 litro  a 6 reais… Tomamos várias. hehehe

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Chegamos no hotel umas 4 e meia da manha e hoje  cedo acordei (com ressaca, claro) pra assistir o treino da fórmula 1. Quando acabou  tentei dormir de novo, mas o nosso guia pra Machu Picchu (fechamos um pacote pra segunda-feira) veio receber o dinheiro. Tive que acordar e ir ao caixa automatico sacar os dólares pra passar pra ele. Conseguimos o passeio pra Machu Picchu por 115 dólares por pessoa ( com transporte – van, onibus e trem- e entrada em Machu Picchu).

Agora estou aqui atualizando o blog, enquanto Daniel e Raphael estao dormindo… Vou comer alguma coisa ali e dar uma cochilada, que a noite tem mais festa… rsrsrs

dsc02036.jpg Aqui em Cuzco em vários lugares vi essa placa: deve ter muitos tremores de terra por aqui…

1 Comentário

  1. Cheeeeeeeeeeefe, que noitada heim? Como queria ver vcs dançando Salsa, “Dança dos famoso” perde (rssss) E imagino a ressaca, pq sua foto com o canecão de BHRAMA na mão… UREGAAAAAAAASSSSSSSSOOOOOOOOO ! Ainda bem q mesmo de ressaca atualiza o blog, é muito bom acompanhar a viagem. Bjs e continue aproveitando!


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